Uma homenagem aos homens e mulheres guerreiros da marinha do Brasil.
Fuzileiros Navais Legenda: Marinha divulga edital de concurso público com 1.680 vagas para fuzileiros navais Foto: Marinha do Brasil / Divulgação

O Dia do Marinheiro surgiu em homenagem a Joaquim Marques Lisboa, conhecido como Almirante Tamandaré, que nasceu em 13 de dezembro de 1807. 

Os marinheiros do Brasil celebram, no mês de dezembro, a data que é dedicada a eles. No dia 13, todos os quartéis da Marinha, uma das três Forças Armadas que fazem parte do poder militar do país, celebram o Dia do Marinheiro. O Exército e a Aeronáutica, em comunicados assinados por seus respectivos comandantes e divulgados em mídia impressa através de seus centros de Comunicação Social, expressam a satisfação de compartilhar os desafios de defender a nação.

Nascido na cidade de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, em 1807, o marinheiro começou sua longa carreira aos 15 anos, como voluntário da Armada, servindo na Fragata “Niterói” e participando da campanha pela consolidação da Independência. Em seguida, ele se matriculou na Academia Imperial, mas antes de concluir o curso, ele foi combater a revolta conhecida como “Confederação do Equador”. Seu desempenho foi tão notável que o Imperador o promoveu ao posto de Segundo-Tenente, o que lhe permitiu galgar postos superiores. Posteriormente, ele participou da Guerra Cisplatina, onde se destacou e comandou seu primeiro navio aos 18 anos.

Ele participou de vários movimentos internos. Sua valentia foi comprovada não apenas em batalhas, mas também em tempos de paz, como quando salvou o navio português “Vasco da Gama”, que estava naufragando, e também a tripulação e passageiros de um navio inglês que estava pegando fogo. Ele foi Ministro do Supremo Tribunal Militar, do qual se aposentou pouco antes de falecer.

A escolha de seu nome como Patrono da Marinha não poderia ter sido melhor. Quando a República foi proclamada, Tamandaré continuou em serviço, pois considerava-se um servidor do Brasil e não de um regime (era monarquista). A data de seu nascimento é comemorada como o Dia do Marinheiro.

Ele faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de março de 1897, deixando em seu testamento um último pedido, que resume bem seu caráter e sua postura de vida: “Como homenagem à Marinha, minha amada carreira, na qual tive a sorte de servir à minha pátria e prestar alguns serviços à humanidade, peço que seja escrito na pedra que cobrir minha sepultura: Aqui jaz o velho marinheiro!”

Miguel Vicente

Jornalista

Educação

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